sexta-feira, outubro 08, 2010


Impossível

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Impossível

Capítulo 1 – A vida

Jane


                ‘Era uma manhã de sol... ’ Oh não, é totalmente comum... Quem iria comprar um livro assim? Apaguei novamente e tomei mais um gole do meu café. Esse livro nunca daria certo se continuasse deste jeito. Dei uma respirada funda, como Monica havia me mostrado depois de tantas de suas aulas de ioga, e comecei novamente.
                ‘Era uma vez...’. Parei imediatamente. O que estava acontecendo comigo? Será que eu estava tão ruim assim? Relaxei um pouco e tentei novamente, me concentrando mais na história, e sem usar metáforas ridículas para bebês que amam a Branca de Neve. Então me lembrei que havia algo para olhar na internet. Eu precisava
                Todos os dias vou até lá para ver se o último exemplar do meu livro foi publicado (veja bem, três (TRÊS) exemplares ficaram disponíveis para venda). Hoje já trazia comigo uma caneta. Quem sabe não presencio a compra de meu livro e estou sem caneta? Preciso usá-la para dar autógrafos ao meu fã, oras! Por isso, entrei rapidamente.
                - Ainda não, Jane! – se apressou Carl. Ele parecia treinado a falar isso todo dia que ia para lá.
                Carl era o dono da livraria. Ele e Ronnie, sua esposa, eram gerentes, donos, vendedores, tudo naquela loja! Menos um estudante indiano, Raj, que cuida das economias, mas acho que ele nem sabe que está trabalhando.
                -Porcaria – resmunguei, mas depois mudei de humor – Talvez você não tenha visto! Talvez Raj tenha vendido meu último exemplar!
                - Querida, eu vejo tudo aqui! E é seu último exemplar de apenas TRÊS!
                -Eu batalhei muito para conseguir dois vendidos!
                -Um foi comprado por você...
                Já ia argumentar, mas ele me interrompeu.
                -... E o outro comprado por sua MÃE!!!
                A Ronnie começou a rir. Nesses cinco meses que estive lá, nunca ouvi uma palavra da boca dela, e agora ela começa a rir!
                Minhas desculpas por não mencionar esse embaraçoso fato. É que tem muita coisa em minha cabeça agora! Com 27 anos ainda não achei meu cara perfeito. Ele, é claro, tem que ser alto, com cabelo castanho escuro, pediatra, musculoso, rico, com bons genes, e claro, solteiríssimo.
                Dirigi-me até a estante onde fica meu livro, mas ele ainda estava lá. Não era meu dia. Fui andando até a casa de Mary, acho que seria melhor ter uma amiga por perto.

Mary


                Eu estava apenas deitada no meu sofá de ponta cabeça com uma lata gigante de refrigerante ao meu lado, quando a campainha tocou. Tirei alguns lenços de minha caixa e joguei pelo chão. Coloquei um cobertor enrolado em mim e pratiquei por dois segundos a voz de gripe. Aí, finalmente atendi a porta, achando que era Maya, a secretária de meu chefe.
                - Oi... – respondi com a voz fraca
                -O que aconteceu, Mary? É a Jane!
                - Desculpa Jane, achei que era a Maya, meus olhos estão quase fechados mesmo por causa da gripe.
                - Uhum...
                - Ok, é gripe falsa.
                Acho que é a 3ª vez que finjo gripe essa semana. Não sei como ainda não me despediram naquela porcaria de escritório de telemarketing. Eu só trabalho naquilo porque o salário é fixo, então eu ganho um dinheiro por semana se não for despedida. Já devo ter tido uns 300 empregos, mas isso é culpa do meu totalmente falsificado currículo.
                - É o seu livro, Jane? – respondi com monotonia
                Com a mesma frequência que a maluca da Jane – isso mesmo, maluca – vai naquela livraria ela vem em minha casa chorar sobre o fato de que seu livro nunca foi comprado por alguém que não estivesse em sua árvore genealógica.
                -Como você adivinhou? – ela responde com tom de surpresa
                Até parece que eu não sabia. É realmente uma rotina.
                -Entre. – e fechei a porta – já conversamos sobre isso. Algum dia alguém vai reconhecer que você é uma ótima escritora!
                Sim, ela é. Apesar de ser um dos únicos livros que já li inteiros (ok, é o único), é realmente muito bom.
                - Tomara que sim, Mary – disse ela, se acalmando – E como foi sua semana?
                -Horrível. Estou tendo que fingir esta gripe, e o Matt está querendo algo mais sério comigo, estou arrasada!
                - Fique com ele, amor! Ele é um cara ótimo!
                -Isto é o problema! Eu não quero um cara sério! Eu quero um cara que saiba que eu quero festas, tenho só 27 anos!
                - É quase 30 anos! Como eu!
                -Só quero um relax... – respondi calma tomando meu refrigerante
                -Vamos chamar Monica! – respondeu Jane animada
                -Monica? - engasguei
                Não me leve a mal, mas Monica é completamente meu oposto. Ela ama trabalhar, eu odeio. Ela é completamente séria, eu sou sarcástica. Ela é tímida, eu sou carismática. Só tem uma coisa igual em nós: os dois currículos são perfeitos. Só que o meu era 100% falso e o dela totalmente verdadeiro. Quero dizer: é tão ruim fingir que fala holandês no currículo? Ela fala fluentemente, eu nem sei uma palavra.
                -Ah, não sei não... – respondi com desanimação e incerteza.
                -Por favor... – ela implorou com sua melhor voz de pena
                -Ah... Tudo bem! – respondi desistindo
                -Ligue para ela agora! – Jane continuava agitada
                Peguei o telefone e disquei o número dela. Agora era só torcer para que ela não atendesse!

Monica


                Após um longo dia de trabalho, tinha meu momento relaxante. Sentei em minha cadeira e reservei um tempo para respirar profundamente como havia aprendido em uma das várias aulas de ioga que já tive. Mal consegui respirar direito uma vez e meu chefe entrou na sala.
                -Monica, eu estou indo para o Caribe amanhã então preciso que tome conta dessa papelada para mim!  Você o faria?
                Esse era meu chefe. Ele era extremamente baixo e muito gordo e, além disso, deve ter mais de setenta anos. Não sou sua secretária, mas ele provavelmente acha isso, pela quantidade de papelada que passa para mim. Ele sempre viaja e eu tenho que cuidar de tudo! Mas o bom é que nessas ocasiões ganho um aumento.
                -Tudo bem Sr. Ravendish.
                -Sempre confiarei em você, Monica! Já vou preparar os papéis de seu aumento!
                Fiz um sorriso e esperei ele se retirar. Assim que comecei a lidar com a papelada, o telefone começou a tocar. Tirei meus óculos e atendi.
                - Cavendish Advogados. Monica Pennach, boa tarde!
                -Sra. Pennach, eu queria contratar um advogado. – disse uma mulher com voz bem peculiar, diferente...
                -Criminal ou trabalhista?
                -Criminal.
                -Descreva o que aconteceu no crime, detalhadamente, por telefone. Mande uma cópia escrita por nosso site.
                -O crime é que você não está aqui! Vem para cá agora!!! Eu e a Jane estamos esperando por você! – vi que Mary estava ao telefone. Ela gritava.
                -Não posso agora! Tenho uma papelada enorme para lidar! – comecei a sussurar
                -Por favor!!! Nós imploramos!
                -Vou tentar, ok? Vejo vocês mais tarde.
                -Isso aí! Tchau!
                -Tchau
                Finalmente respiro fundo e começo a tomar conta da papelada. Seria difícil, mas iria pedir para meu chefe me dispensar um pouco mais cedo. Ironicamente, ele entra na sala na hora.
                -Monica, quem estava no telefone?
                -Uma solicitação de advogados... Mas não terá futuro. Parece um caso que não se encaixa em nossa empresa. Falando nisso, posso sair um pouco mais cedo, como agora, para ir a uma consulta odontológica? Prometo que tomo conta de toda a papelada amanhã.
                -Essas análises só você faz, Monica. Gostaria de mais gente como você em nossa companhia. E pode sair sim.
                Dei um sorriso tímido e me dirigi para fora. Finalmente livre da advocacia. Até amanhã, claro.



               


O Diário de Jane Collins

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Em casa, 20h50min
Segunda-feira, 04 de outubro.

Sim, eu sei que isto é um diário.
Assim como sei que aulas de história não servem para nada. E não servem mesmo. Só espero que isto me ajude a escrever bem. Porque sei que as pessoas realmente vão querer lê-lo quando eu estiver vendendo 500 livros por dia, no primeiro lugar do ‘The New York Times’. E sim, eu sei que tenho 15 anos e blá-blá-blá, mas isso vai valer uma fortuna um dia.
Portanto, você não deveria estar lendo ele. A não ser que tenha comprado de alguma livraria. E autografado. Vão haver várias sessões de autógrafo dos meus romances, É só eu olhar em minha agenda.
Sim, eu quero ser escritora. Na verdade, eu VOU ser escritora. Só não sei como você descobriu isso. Pois bem, agora isso não importa. O que importa é que eu ainda não fiz a lição de matemática e estou aqui escrevendo neste caderno, que é um diário. Mesmo que não diga isso na capa.
Na verdade, não gosto que saibam que isso é um diário. A não ser no momento que as meninas populares estarão trabalhando como caixas da livraria e verem: “O Diário de Jane Collins” sendo comprado pela J.K. Rowling. Daí vão perceber quantos anos perderam jogando suco diet neste diário quando poderiam ter sido legais comigo, e ter conseguido emprego como minha empresária ou secretária particular.
Eu sei que este diário não começa dia primeiro de janeiro como todo o resto dos diários. É que, bem... Deixa para lá! O importante é voltarmos a cena da J.K. Rowling comprando três exemplares do meu livro, um para ela, um para o Daniel Handler – pseudônimo do Lemony Snickt. Sim, eu sei das coisas – e um para o fantasma da Agatha Chrisite, que é minha fã número 1. A Meg Cabot não precisa de um, ela é minha melhor amiga mesmo.
Claro que minha vida é horrível. Eu sou uma escritora super baixinha, ruiva, e totalmente avoada – nome chique para distraída – o que não é minha culpa. Quer dizer, como deveria aprender sobre o Império Romano se na minha frente está sentado o cara mais lindo do mundo inteiro, quer dizer, o Cory Monteith? Estou brincando. Na verdade é o Lucas. E com toda a certeza ele é inteligente. E popular. E super lindo. E finalmente – como sempre – alguém que não sabe meu nome.
Mesmo com minha paixonite por ele, eu sei que nunca vai acontecer. Não vai ser igual Romeu e Julieta, Mia e Michael, Ross e Rachel ou Belle e Hastings, até a Bela e a Fera. Pois aqui tudo gira em torno das patricinhas, os jogadores de futebol e os caras fortes. Nada gira em torno de escritoras/cartunistas avoadas e ruivas. Nesse estado lamentável, pelo menos eu conto com a ajuda das minhas amigas, Mary e Monica. Só que elas não são avoadas e loucas. Nem escrevem em diários. Eu acho.
Mary é totalmente descontraída. Quero dizer, ela é realmente fora dos eixos. O que não significa que é avoada. Ela só prefere ficar desenhando pequenas cenas de filmes de ação em seu caderno do que prestar atenção na aula da Sra. Hoffman.
A Sra. Hoffman é minha inimiga mortal. Até mais do que as patricinhas. Ela é nossa professora de História, e sempre tenta me deixar em recuperação em sua matéria, o que é 100% antiético da parte dela. Mesmo eu ficando muito feliz de sentar perto do meu futuro marido.
Mary SEMPRE fica em recuperação. E nunca tem paixonites por ninguém, nem mesmo por seu gato, o Sr. Bola de Pelo XVII – não pergunte o que aconteceu com os últimos 16. Provavelmente morreram – que ironicamente não tem um chumaço de pelos. Ela nunca liga para detalhes. Eu posso ser distraída, mas consigo prestar atenção em cada detalhe mínimo que vejo, ouço, toco e até cheiro. Por isso não preciso estudar história. É só se lembrar das aulas e eu passo de ano, o que é realmente algo que amo em mim mesma.
Mariana – nunca chame ela assim, chame de Mary – não planeja ter um marido. Nem uma relação que dure mais de duas semanas. Apesar disso, ela já beijou cinco meninos. Eu abomino essas coisas. Quero me casar – até sei a data, 22 de junho – e já planejei tudo sobre isso, desde o vestido até a comida. Se você for algum dia no Castelo do Batel, vai ver que todos os dias 22 de junho até o ano de 2100 estão marcados. Com nomes diferentes. Apesar de eu ter feito essas reservas sozinha,
Você deve estar pensando porque o ano de 2100. Como sou perita em teste – amo eles! – já fiz vários, e todos mostram que vou morrer neste ano. Apesar de saber que vou me casar aos 25, para ter os gêmeos Mateus e Laura com 27. Sempre planeje sua vida. Meu conselho. E não, nunca fui beijada. Sou tipo a Drew Barrymore, naquele filme que – ironicamente – se chama ‘Nunca Fui Beijada’. Estou esperando o cara perfeito, que é o Lucas. Não ria de mim. Isto é completamente romântico.
Esqueci de falar de Monica: bem, Monica é... Monica! Ela é obcecada por ‘ganhar dinheiro’ o que para ela é sinônimo de Medicina ou Advocacia. Ela escolheu o segundo, pois tem pavor de sangue, algo que é minha única característica em comum com ela. Pelo menos ela não desmaiou quando cortou seu dedo – veja bem – DIGITANDO o trabalho de 50 páginas semanal do professor de Geografia, o Martin. Porque é bem semelhante ao que aconteceu comigo. Bem, foi EXATAMENTE o que aconteceu comigo.
Ela quer se casar, mas sem filho algum, pois dá muito trabalho. Realmente não entendo como ela ainda não tem o desenho de seu vestido de casamento como eu! Sou prevenida. Tenho até o planejamento da roupa de batizado dos gêmeos. Monica odeia advogados profundamente, e também médicos. Eu vou convencer o Lucas a ser pediatra, assim sempre terei um médico em casa, para quando Laura estiver digitando algum relatório como eu.
 Mon – seu apelido, também odiado por ela – vive economizando cada centavo. Ela chega a usar a mesma garrafa de água todo dia, para não comprar uma nova. Se você chegar perto do bebedouro de manhã, vai ver ela enchendo a garrafinha, completamente animada.
Agora lembrei que tenho a tarefa de Matemática que preciso fazer. Não que ela me faça perder nota por deixar de fazê-la. Afinal, ela é minha avó. E estou falando sério. Ela tem 20 anos de diferença de idade com meu avô, mas se casou com ele. Ele é bem rico. Não que eu ache que esse foi o motivo que ela se casou com ele.
É realmente estranho quando sua professora de Matemática te chama de ‘xuxuzinho’ e ‘amor da vovó’. É embaraçoso, mas ela só faz isso porque sou sua única neta, pois – por sorte – sou filha única.
Eu deveria começar a chamá-la de avódrasta. Não sei como é o nome, mas deve ser algo relacionado. Só um presente por ela ter me dado uma tabela algébrica ao quadrado feita à mão por ela mesma de aniversário em vez do novo livro da Meg Cabot, que havia pedido sinceramente que gostaria que este fosse meu presente. Quero ver quem vai rir por último.
E... Ponto final. Tenho que fazer minha tarefa, pois há uma remota possibilidade de ela contar pelo meu avô. Não que eu ligue para isso, tenho mais o que fazer. Como escrever um livro. Pelo menos tenho ideias. Boas ideias.

















Em casa, 22h20min
Segunda- feira, 04 de outubro.

Finalmente acabei a lição de casa. Minha avó é realmente malvada em questão a isso. Mas, agora que acabei, vou continuar falando da minha vida nada fácil. Pois bem, eu planejei meu primeiro beijo.
O lugar – se for romântico – não importa. Esta é a razão de eu usar o mesmo esmalte e o mesmo perfume todo dia, que já está acabando. Vou colocar na lista para minha avó me dar, mas tenho certeza que meu presente será 50 exercícios de cálculo de área. Literalmente.
Mas, veja bem, Lucas pode me olhar a qualquer hora no fundo dos meus olhos e falar que me ama, me pedir em casamento e me beijar. Por isso sempre tenho que estar produzida, com batom rosa com pouco gloss, bochechas rosadas, muito rímel, iluminador suave e muito pó compacto e corretivo.
Eu só comecei a usar estes dois últimos depois que meus pais me compraram um livro digital e uma luminária. Desde então, durmo pelo menos meia-noite comendo Kit Kat sem parar. Engorda, mas é uma delícia!
Estou morrendo de sono. Daqui a pouco meu velório começa. Daqui a 90 anos, em 2100. É só esperar sentado. Pois só volto amanhã, diário. Ou fã maluco. Ei, se você for a Agatha Christie, a gente tinha que combinar de vir em casa de novo, mesmo você tendo morrido. E Meg, não se esqueça do encontro na Starbucks amanhã.
 Porque isso vai acontecer. Em meus sonhos.
          

Os problemas de Claire - RASCUNHO

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Primeiro mini-pedaço



              
                Tudo bem... Respire... Vai tudo dar certo...
                -Então, quais são seus planos para o futuro na empresa. – pergunta o entrevistador de uma revista, que nem sei o nome.
                -Bem... Eu quero implantar uma nova coluna na revista, hum, nesta revista e lá mostrar as tendências da moda por estilo... – falo gaguejando.
                -Parecem interessantes... Mas você sabe que elas já existem na revista, não? – ele me estende o exemplar do último mês com a mesma ideia que eu havia dado. Ah é, a revista se chama Glamouro$a, o que realmente é um nome bem brega.
                -Hum... É... – gaguejo ainda mais
                -Quer que eu te mostre a porta? – o homem levanta a sobrancelha enigmaticamente
                Saio e olho para o relógio. Até que não foi tão ruim! Durou uns 15 minutos, o que é até bastante, para variar.

Os problemas de Claire - Sinopse

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                Claire Willfitz é totalmente alguém que você dispensaria no primeiro encontro. Ou ainda em entrevistas de emprego. Porque isso ela sabe estragar em dois minutos, principalmente sendo uma jornalista de moda com nem mesmo um diploma disto! Um dia, ela consegue a sorte de um modo totalmente inesperado: com uma jarra de vidro. O pior é que não foi uma jarra obra de arte, que ela fez. Foi simplesmente algo inesperado, onde ela, num acesso de fúria, onde ela quebrou o jarro e um dos pedaços era exatamente como o estado de Louisiana, o que rende a ela um bom dinheiro. Nada menos que 500 mil dólares, no eBay!!!
                Com todos sabendo de seu sucesso repentino pelos jornais e internet, ela chama a atenção de vários empresários e atores de Hollywood, principalmente um ator beeem especial e cobiçado por todas! O que parece ser uma vida de sonhos, realmente causa uma confusão enorme, quando a ex-namorada de Paul, seu novo namorado, tenta brigar com Claire para consegui-lo de volta! E seu novo emprego não parece estar indo bem, principalmente quando descobre que seu chefe só a contratou porque acha que qualquer jarro que ela quebrar atrairá dinheiro... Para a empresa!
                E o dinheiro que ela ganha é imediatamente investido em... Compras! Sem se importar com dinheiro – ou contas do Visa – ela cai na fantasia! E o pior ainda está por vir... sua mãe quer metade do dinheiro e um lugar para morar, depois que seu namorado fugiu com uma baterista.
                 Bem, o resto... É problema de Claire!